Uma proposta de maquininha sempre parece boa até você fazer as perguntas certas. Leve esta lista para a conversa com o vendedor e evite surpresa na fatura.
1. Tem aluguel ou mensalidade? Em que condições?
Descubra se há custo fixo e se ele some com meta de faturamento. Esse é o item que mais muda o custo total para quem vende pouco.
2. Qual a taxa cheia, fora da promoção?
Peça a taxa que valerá do segundo mês em diante, no débito, crédito à vista e parcelado. A promocional do primeiro mês não conta.
3. O Pix na maquininha tem custo?
Confirme se o Pix é grátis ou tem taxa, e se exige CNPJ. Com o Pix pesando nas vendas, isso faz diferença real.
4. Em quanto tempo o dinheiro cai?
Pergunte o prazo padrão (o ideal é D+1) e se a antecipação é opcional ou embutida. Recebimento lento estrangula o caixa.
5. Existe fidelidade ou multa para cancelar?
Saber a regra de saída evita ficar preso a uma condição que piorou. Prefira quem não amarra por contrato longo.
6. Quais bandeiras e meios de pagamento aceita?
Confira crédito, débito, Pix, aproximação e, se for o seu caso, vale-refeição e vale-alimentação. Bandeira que falta é venda que se perde.
7. Como funciona o suporte se a máquina parar?
Máquina parada no pico custa caro. Pergunte o canal de suporte, o horário e o prazo de troca do aparelho.
8. Preciso de CNPJ ou aceita CPF?
Se você ainda não abriu o CNPJ, confirme se a operadora aceita CPF para começar já.
9. A taxa muda conforme o faturamento?
Algumas operadoras reduzem a taxa quando o volume sobe. Entenda a régua para saber se compensa crescer com elas.
10. Qual o custo total no meu volume real?
Some taxa mais aluguel projetando as suas vendas do mês. É esse número final que decide, não a taxa isolada.
Para uma marca tradicional com suporte 24h e aceitação ampla, veja se a Cielo vale a pena no seu caso.
Se as respostas apontarem para custo baixo e sem amarras, a Ton T3 Smart cumpre: sem aluguel, sem fidelidade, Pix grátis e taxa enxuta.
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