O contrato da maquininha vem cheio de termo técnico, e é nesses detalhes que o custo se esconde. Domine estas dez palavras antes de assinar.
1. MDR (taxa de desconto)
É a sigla da taxa que a operadora desconta de cada venda no cartão. Quando falam em taxa de crédito ou débito, é disso que se trata.
2. Adquirente
É a empresa que processa o pagamento e coloca a maquininha na sua mão (Cielo, Ton, Rede e outras). Também chamada de credenciadora.
3. Bandeira
É a marca do cartão: Visa, Mastercard, Elo, Amex. Quanto mais bandeiras a máquina aceita, menos venda recusada.
4. Comodato
É o modelo sem aluguel: você usa o aparelho e paga só as taxas. Ideal para quem não quer custo fixo mensal.
5. Antecipação de recebíveis
É receber o dinheiro das vendas antes do prazo, pagando uma taxa por isso. Útil na urgência, mas custa caro se você não precisa.
6. D+1 e D+0
Indicam o prazo de recebimento. D+1 é receber em um dia útil; D+0, no mesmo dia. Quanto menor o número, mais rápido cai.
7. TEF
É a integração da maquininha ao sistema de caixa (PDV). Com TEF, o valor vai direto do sistema para a máquina, sem digitar.
8. Liquidação
É o momento em que o dinheiro efetivamente entra na sua conta. Diferente da autorização, que só aprova a compra na hora.
9. Parcelado lojista x emissor
No lojista, você recebe parcelado e paga taxa maior; no emissor (com juros), o cliente paga os juros. Muda quem arca com o custo.
10. Domicílio bancário
É a conta onde você recebe as vendas. Em muitas operadoras, você escolhe o banco livremente, sem precisar abrir conta nova.
Quer ver esses termos na prática nas condições de uma tradicional? Confira as taxas da Cielo e o que é adquirência.