5 Erros que MEIs Cometem ao Escolher a Maquininha

Lucas Ayala Por Lucas Ayala · Especialista em crédito e adquirência ·Atualizado

Escolher maquininha errada custa caro justamente para quem tem menos margem. A maioria dos MEIs cai nas mesmas armadilhas. Veja os cinco erros mais comuns e como não repetir.

1. Aceitar aluguel ou mensalidade

Aluguel é custo fixo que cobra mesmo no mês fraco. Para quem vende pouco, ele come a margem. Prefira o modelo sem aluguel (comodato), em que você paga só a taxa da venda.

2. Olhar só a taxa promocional do primeiro mês

Muita operadora atrai com taxa baixíssima nos primeiros 30 dias e reajusta depois. Compare sempre a taxa cheia, que é a que você vai pagar de verdade a partir do segundo mês.

3. Ignorar o custo do Pix

O Pix virou boa fatia das vendas. Se a maquininha cobra caro no Pix, isso pesa. Procure operadora com Pix grátis ou de custo baixo, e confira se precisa de CNPJ para liberar.

4. Não conferir o prazo de recebimento

Receber em D+30 estrangula o caixa do pequeno. O ideal é D+1 sem precisar antecipar. Antecipação manual quase sempre embute uma taxa extra que você nem percebe.

5. Escolher pelo aparelho, não pela conta

Máquina bonita não paga conta. O que importa é o custo total: taxa mais aluguel, no seu volume real de vendas. Faça a conta antes de assinar qualquer fidelidade.

Veja o comparativo completo no ranking de maquininha para MEI e entenda o que muda na taxa com CNPJ ou CPF.

Menor taxa do ranking

Fugindo desses erros, a Ton T3 Smart é a de menor taxa para MEI: sem aluguel, taxa cheia baixa (0,57% no débito) e Pix grátis.

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Lucas Ayala
Lucas Ayala
Especialista em crédito e adquirência

Analiso maquininhas de cartão do Brasil desde 2019. Testo as máquinas na prática, confiro taxas direto nas operadoras e escrevo o que a gente realmente verifica.

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