Escolher maquininha errada custa caro justamente para quem tem menos margem. A maioria dos MEIs cai nas mesmas armadilhas. Veja os cinco erros mais comuns e como não repetir.
1. Aceitar aluguel ou mensalidade
Aluguel é custo fixo que cobra mesmo no mês fraco. Para quem vende pouco, ele come a margem. Prefira o modelo sem aluguel (comodato), em que você paga só a taxa da venda.
2. Olhar só a taxa promocional do primeiro mês
Muita operadora atrai com taxa baixíssima nos primeiros 30 dias e reajusta depois. Compare sempre a taxa cheia, que é a que você vai pagar de verdade a partir do segundo mês.
3. Ignorar o custo do Pix
O Pix virou boa fatia das vendas. Se a maquininha cobra caro no Pix, isso pesa. Procure operadora com Pix grátis ou de custo baixo, e confira se precisa de CNPJ para liberar.
4. Não conferir o prazo de recebimento
Receber em D+30 estrangula o caixa do pequeno. O ideal é D+1 sem precisar antecipar. Antecipação manual quase sempre embute uma taxa extra que você nem percebe.
5. Escolher pelo aparelho, não pela conta
Máquina bonita não paga conta. O que importa é o custo total: taxa mais aluguel, no seu volume real de vendas. Faça a conta antes de assinar qualquer fidelidade.
Veja o comparativo completo no ranking de maquininha para MEI e entenda o que muda na taxa com CNPJ ou CPF.
Fugindo desses erros, a Ton T3 Smart é a de menor taxa para MEI: sem aluguel, taxa cheia baixa (0,57% no débito) e Pix grátis.
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